Uma abordagem transdisciplinar da saúde, além da alopatia e tratamentos convencionais 

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A medicina evoluiu ao longo dos anos, temos hoje mais tecnologia, equipamentos mais sofisticados para análises clínicas, equipamentos que nos fornecem análises mais precisas e com maior rapidez, e isso é muito positivo para a população. A indústria farmacêutica evoluiu também, temos hoje mais medicamentos a nossa disposição, que tratam males que antes não eram tratados, ou ao menos não por meios convencionais ou alopáticos (alopatia é o tratamento realizado por uso de medicamentos que encontramos na maioria das farmácias, medicamentos comuns, que normalmente também tem efeitos colaterais). A maioria de nós quando está com a saúde comprometida de alguma forma, vamos a um hospital ou marcamos uma consulta com algum especialista, e tudo bem, isso é normal. O problema reside no fato de nossa sociedade supervalorizar a utilização da alopatia ou procedimentos invasivos, ou mais grave ainda, não ver outra solução ou caminho para tratar doenças ou problemas de saúde. Vou explicar melhor onde quero chegar.

A alopatia nos serve muito para tratar alguns males mais emergenciais, “resolvem” o problema com certa rapidez, mas normalmente são medicamentos agressivos ao organismo. A alopatia não costuma, muitas vezes, cortar o mal pela raiz, ou seja, resolver definitivamente o problema. Claro, isso depende do tipo de problema, para casos mais simples, de ordem estritamente biológica, é possível que o medicamento alopático resolva definitivamente, mas para casos mais complexos, que envolvam questões psicológicas, psicossomáticas, problemas emocionais ou espirituais, a alopatia, como único meio de tratamento, somente “tapa o sol com a peneira”.

Existem medicinas bem antigas e que tratam os males ou doenças de outras formas, que não utilizando medicamentos alopáticos, utilizam outros meios e análises do indivíduo, análises mais completas e complexas, exatamente como somos, seres complexos. Pode-se dizer que tratam o ser humano através de uma abordagem transdisciplinar, ou seja, tratam a pessoa considerando questões materiais, psicológicas, emocionais, espirituais. Temos como exemplo a medicina Ayurvédica, indiana; temos a medicina milenar Chinesa; temos a Homeopatia, entre outras. Há médicos e especialistas também que usam uma abordagem metafísica, quântica. Há muito para se explorar por esses campos da saúde integral.

Com essa revolução tecnológica e maior quantidade de medicamentos alopáticos disponíveis, que teoricamente viria somente para nos ajudar, vem também o lado negro da questão, que envolvem interesses capitalistas e selvagens. A indústria farmacêutica é muito poderosa, e utiliza do marketing, manipulações de informações/pesquisas e outros meios para que enxerguemos que nossa solução para todos os problemas de saúde estão disponíveis através do meios convencionais, ou mais amplamente conhecidos e divulgados, e se através da alopatia ou meios convencionais não há uma solução, então não há o que se fazer. Infelizmente muita gente enxerga as coisas assim, e acredito que essa indústria assim o quer, quer as pessoas “doutrinadas” para usar seus produtos. Muitos médicos, se não até a maioria, enxergam as coisas dessa maneira também; outros que talvez se aproveitem, de certa forma, dessa situação, para obter maiores ganhos financeiros.

Fora que a alopatia, ou os métodos convencionais de tratamento, dão enfoque na doença e não na saúde. O quero dizer, é que vamos ao médico normalmente quando estamos doentes, isso é o comum. Porém, há médicos ou especialistas, mais evoluídos em seus métodos, e que fogem do convencional, que tem um foco na saúde realmente, ou seja, a otimização da saúde do indivíduo, para que cada um atinja seu pleno potencial em termos de saúde, sua melhor performance.

Muitos vão ao médico e não saem satisfeitos sem uma receita médica, que prescreve algum medicamento alopático, mesmo quando não é necessário. Esse tipo de postura nos mostra claramente como as pessoas pensam, e provavelmente pensam dessa maneira porque a indústria farmacêutica assim deseja. Não descarto aqui o uso de alopáticos, não sou contra o seu uso, porém não dessa maneira indiscriminada, e com essa ênfase que a grande maioria das pessoas dá a esses medicamentos. Acredito que temos que questionar se é realmente necessário tomarmos esses medicamentos qualquer sinal de dor, questionar a real necessidade no uso desses remédios, prazos de uso, o ideal, quando necessário, é usar o menor tempo possível, há alguns fortíssimos e que causam dependências e efeitos colaterais irreversíveis. Acho que a alopatia é bem vinda, mas deve ser colocada no lugar certo, é um meio interessante e eficaz de tratamento para alguns casos, mas sempre que pudermos evitar seu uso, melhor.

Meios transdisciplinares de tratamento, que envolvem uma abordagem global do ser humano, são meios muito mais eficazes e naturais para tratar os problemas de saúde, não envolvem geralmente efeitos colaterais. O conhecimento é imprescindível, através do conhecimento e busca de outros meios e caminhos, vamos tendo cada vez mais certeza disso.

Pelo meu conhecimento e estudos de outras medicinas e meios de tratamento não convencionais, acredito que exista a cura para muitas doenças ou males ditos “incuráveis”, porém muitos não sabem porque a indústria farmacêutica manipula essas informações, não é interessante para eles que exista uma maneira simples, barata e eficaz de cura para uma doença ou mal, sendo que eles tem a oferecer um medicamento paliativo, muitas vezes caro, e que a pessoa tem que tomar para o resto da vida, só perderiam com isso, não é mesmo? Ou deixariam de ganhar, ou mesmo de existir, quem sabe.

Os métodos de tratamento de doenças e problemas de saúde não convencionais, possivelmente envolvam, além de outros fatores, questões que exigem mais de cada um. Dão um enfoque na alimentação, prática de atividades físicas, práticas de autoconhecimento, terapias, etc. O que por muitos é negligenciado, ou colocado em segundo plano, infelizmente as pessoas preferem “fórmulas milagrosas” para solução de seus problemas, mas como elas não existem, as farmacêuticas também se aproveitam dessas questões.

Deixo aqui meu parecer e essa reflexão, para que busquemos conhecimento e não nos deixemos envolver por interesses de terceiros, que acabam não sendo sempre saudáveis e interessantes para que tenhamos uma qualidade de vida melhor. Temos que buscar aquilo que nos faz realmente bem, aquilo que nos eleva a viver nossa real plenitude, como seres humanos transdisciplinares que somos.

Então é Natal, e o ano termina e começa outra vez….

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Natal, aniversário do nascimento de Cristo.

Natal é época de renovações, mudanças, paz, de reflexão interna sobre nossas atitudes, pensamentos e ideais, reflexão sobre nossas amizades, nossos relacionamentos. Busquemos evoluir, aprender, vislumbrar novos horizontes, novas experiências. Sejamos também mais pacientes, mais tolerantes, mais amigos, mais humanos e dispostos a ajudar a quem precise. Que tenhamos forças para mudar e manter o que é necessário em nossas vidas. Natal é momento para reunir família e amigos, confraternizar. Buscar cada vez mais equilíbrio em nosso dia-a-dia, sabedoria, discernimento e clareza em nossas mentes, para lidar com todos os momentos de nossas vidas.

E principalmente agradecer por tudo que já temos em nossas vidas. Se acredita que não tem nada a agradecer, reflita melhor, sempre há o que agradecer, precisamos enxergar isso. Sempre, frente a uma situação negativa, há algum aprendizado a ser extraído, por mais difícil que pareça.

O Natal, como muitas crianças e até alguns adultos veem nos tempos atuais, está distorcido pelo fortíssimo marketing e comércio, que essa época reforça. Por todo lado onde andamos, ou mesmo na TV, vemos propagandas lindas e cheias de “magia” que chamam nossa atenção, e principalmente das crianças, para estimular o consumo. Para muitos o Natal é troca de presentes, e consideram isso o que há de mais importante nessa valiosa data. Claro, pode haver troca de presentes, tudo bem, mas que não esqueçamos da importância e significado essenciais dessa data. E nossos filhos e crianças de nosso convívio precisam também aprender isso, expliquemos a eles, para que a essência não se perca e para que cresçam crianças mais fortes e humanas.

Que todos os dias de nossas vidas sejam iguais ao Natal, como diz a música do Roupa Nova, Natal Todo Dia. Para podermos levar essa energia e clima do Natal sempre conosco. Pois, realmente, podemos sempre levar o clima do Natal em nossos corações, começando hoje e no novo ano que em breve se iniciará!!

Feliz Natal a todos e um grandioso Ano Novo de 2016!!

Como adquirir um serviço ou produto de qualidade

qualification-692089_640Você provavelmente já se deparou com pessoas ou empresas que trabalham, prestando algum serviço ou oferecendo algum produto, e muitas vezes dizem ter o melhor produto ou serviço do mercado, lhe contam uma história toda, você sente que está tratando com um profissional ou empresa de qualidade e respeito, mas no fim das contas percebe que comprou gato por lebre, pois o produto ou serviço oferecido não é de qualidade e as vezes ainda prestam um péssimo atendimento. Isso soa familiar para você?

Estive recentemente conversando com um amigo sobre essas questões, e pensei ser produtivo dividir essas ideias com você.

Quem já precisou contratar algum serviço ou mesmo comprar algo que envolva responsabilidade, conhecimento e comprometimento já deve ter passado por algum tipo de problema. Profissionais que vendem o que não tem para oferecer, falam, algumas vezes, muito bem, se articulam e se comprometem, contam mil maravilhas sobre seu produto ou serviço, mas que no fim das contas, na realidade, não é nada daquilo.

O mercado está cheio de pessoas desonestas e de má fé que desejam somente tirar vantagem sobre todos, além destas existem também as pessoas ou empresas despreparadas para oferecer um serviço ou produto, existem também, claro, pessoas e empresas que prestam bons serviços ou oferecem produtos de qualidade para seus clientes, e esses são os profissionais ou empresas que eu acredito que todos queiram fechar negócio, certo?

Bom, considerando esses bons profissionais ou empresas, claro, possivelmente podem ocorrer alguns tipos de problemas com alguns clientes, até porque é impossível agradar a todos, ou mesmo alguma falha ou não atenção a algum ponto, isso pode ocorrer, afinal são humanos, como todos nós, e inevitavelmente podem falhar, agora a questão diferencial é como essas empresas lidam com isso, normalmente querem ter o cliente satisfeito, e fazem o possível para reparar ou entrar em algum acordo favorável.

Todos nós precisamos constantemente de serviços de terceiros e produtos de consumo, sejam quais for, mas para que não tenhamos surpresa ou aborrecimentos é importante que façamos algumas análises antes de comprar algo que envolva maior responsabilidade, evitando aborrecimentos.

Vou compartilhar com vocês uma maneira de diminuir as possibilidades desse tipo de problema ocorrer, que funciona bem para mim.

Primeiramente é importante definir bem o que se quer, seja o produto ou serviço, defina detalhadamente, quantos mais detalhes tiver, é melhor, para evitar menos chance de problemas. Por exemplo, vai realizar um serviço de limpeza de um galpão com alguns objetos no local, é importante saber o que você quer que seja feito com detalhes, quer somente limpeza do espaço? Quer que os móveis sejam limpos? É necessário descartar objetos? As paredes e teto devem ser limpas? Qual o procedimento que irão utilizar para limpar? Quantos funcionários estarão no local? Se necessário, utilizarão os equipamentos de proteção adequados? E por ai vai…citei o galpão pois é um serviço que irei contratar em breve. Defina bem o que quer.

Pode ser necessário que você entenda e leia um pouco sobre o serviço ou produto que precisa, para que entenda melhor o que será feito ou sobre o que está adquirindo. Isso deve diminuir as chances de problemas futuros. Acho importante também.

Após estar bem definido seu objetivo, você irá pesquisar por profissionais ou empresas que prestam aquele serviço ou oferecem aquele produto. Acho importante que obtenha mais de um orçamento, cerca de 3 a 5 seria razoável, para que possa fazer um comparativo. Nesse comparativo você irá analisar se o que o profissional ou empresa propõe está de acordo com o que você quer, os custos, referências sobre a realização de um serviço similar, e mesmo no caso de um produto, referências de pessoas que ficaram ou não satisfeitas, qualidade de atendimento e resolução de problemas que possam ocorrer, profissionalismo, etc. Pode incluir aqui talvez alguma outra análise que acredite ser importante. Atenção, que nem sempre custo mais elevado significa melhor qualidade.

Continuando, ainda nesse exemplo, do galpão, é importante que se tenha um contrato firmado entre as partes, se não for praxe da empresa, então solicite você, e todo esse procedimento deve estar bem claro no contrato para evitar que a contratada diga que tenha algo que não estava previsto ou coisa do tipo, no contrato devem constar o valor, condições de pagamento e todo o detalhamento do que será feito, deve ser assinado por ambas as partes e tanto a contratada, quanto o contratante, devem ter uma cópia deste.

Acredito que assim podemos diminuir as chances de ter algum tipo de problema com produtos e serviços adquiridos. Claro, é importante considerar que esse procedimento é flexível e pode ser adaptado para a sua necessidade, acrescentando ou alterando algum dos passos, se achar necessário. E além do mais, pode ser que nem seja o caso de fazer toda essa análise para todas as aquisições, é importante analisar e ser flexível para saber quando deve-se ou não usar o procedimento.

Para que tenhamos menos problemas desse tipo, é importante que comecemos por nós mesmos. Faça sempre o melhor! Qualquer que seja o seu trabalho! Pessoas e empresas que primam sempre pela excelência, buscam sempre se aperfeiçoar, estudar, prezam pelo bom atendimento e satisfação do cliente sempre chegam mais longe em suas carreiras, são pessoas mais realizadas, mais satisfeitas, e que tem a consciência tranquila por realizarem um bom trabalho. Pense nisso!

Abraço!

10 sinais de que você tem inteligência emocional no trabalho

Recentemente li essa matéria, na Exame, falando sobre inteligência emocional no trabalho. Achei muito bacana e gostaria de compartilhar aqui. Segundo o consultor norte-americano Travis Bradberry, coautor do livro “Emotional intelligence 2.0”, uma análise precisa para quantificar a inteligência emocional de um indivíduo é somente obtida cientificamente por meio de testes psicológicos, que raramente são gratuitos. Para ajudar a quem não pode, ou não quer pagar por um teste desses, ele listou aqui alguns traços típicos de profissionais que sabem administrar seus sentimentos. A matéria se refere a inteligência emocional no trabalho, mas eu ainda acho possível levar para a vida como um todo. Vejam!

http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/10-sinais-de-que-voce-tem-inteligencia-emocional

Coragem

paragliding-744053_640Você já parou para pensar sobre coragem, sobre o quanto se ter mais ou menos coragem pode lhe ajudar ou não? O quão corajoso você se considera? É possível ser mais corajoso? E o que realmente se ganha com isso?

Essa são apenas algumas perguntas para que você reflita um pouco sobre o tema. Estive estudando, pensando e refletindo sobre alguns temas e questões nas últimas semanas. Trago aqui um pouco sobre o que estudei, pensei, e elaborei sobre a coragem, gostaria de compartilhar com vocês.

Nós, seres humanos, passamos por muitas experiências ao longo de nossos dias, temos também referências de pessoas em nossas vidas, temos traços de personalidade inatos, ou seja, intrínsecos a cada um, independente de experiências, referências, etc. Esse conjunto de fatores, e talvez ainda outros aqui não descritos, nos levaram a ser exatamente quem somos hoje, e voltando-se ao tema, nos levaram também a ser mais ou menos corajosos com relação a diversos campos e áreas de nossas vidas. O contrário da coragem, é temer algo, ter medo, mas na grande maioria das vezes nossos medos são infundados, ou seja, são criação da nossa mente, não são reais, muitas vezes quando enfrentamos uma situação que tememos, percebemos que o medo se enfraquece, mas, claro, nem todos os casos podem ser assim, alguns podem ser talvez mais complexos.

De qualquer forma minha intenção aqui não é julgar ou questionar seus medos, o que para um é um grande medo, para outro pode ser algo tranquilo e fácil de lidar, e vice versa, quando temos medo de algo, não foi de um dia para o outro que isso se instalou em nossa mente, também não será, provavelmente, de um dia para o outro que iremos perder esse medo. É normal que tenhamos alguns medos, todos tem, podem ser irreais ou não, mas lá em nossa mente estão instalados, podem até ser formas de defesa que temos para lidar com as situações do dia a dia, o que é bom, o problema é quando nos atrapalham de alguma forma, nos aprisionam. Minha intenção é sim tentar abrir portas para uma reflexão sobre sua vida. O quanto o medo, ou a falta de coragem tem atrapalhado sua vida? Já pensou sobre isso? Falta coragem para se expressar, falar sobre seus sentimentos, agir em determinada direção de sua vida, experienciar algo novo, quebrar regras, dar um rumo diferente em sua vida, seguir um sonho que se cultiva a tempos, sentir emoções maravilhosas, etc, etc e etc?

Percebem o quanto os medos que temos podem bloquear nossa vida? Fazer com que nos sintamos menos felizes, quando poderíamos ser muito mais plenos. Não ter coragem para lidar com algumas situações pode fazer com que nos sintamos aprisionados, sem energia, sem disposição, motivação, sem liberdade, o medo nos priva de sentir emoções que poderiam ser muito importantes para nós, nos priva de poder enxergar a vida sobre outros ângulos, de ser mais positivo, mais feliz e mais realizados em nossas vidas, vivendo um vida muitas vezes irreal para nós, lá no fundo sabemos quando estamos vivendo dentro dessas condições, sabemos quando há algo errado.

Há diversas maneiras de se trabalhar com os medos, dependendo do tipo de medo, da intensidade e de quanto tempo ele está instalado. É possível lidar sozinho? Sim, normalmente é mais difícil, mas é possível, estudando e descobrindo as ferramentas necessárias para ir desmistificando os medos instalados. Talvez seja necessário recorrer a algum profissional, terapeuta, psicólogo, coach, pessoas que já vivenciaram medos parecidos e conseguiram vencê-los, etc.

O importante para cada um de nós, é identificar os medos que nos bloqueiam para algo que sabemos ou temos percepção que seria realizador ou engrandecedor para nossas vidas, algo que nos faria ser mais felizes, mais realizados, e procurar encontrar as ferramentas certas, seja sozinho ou através da ajuda de alguém, para conseguir trabalhar esses medos, enfraquecê-los, desmistificá-los, mudarmos de perspectiva, conforme vamos lidando com os medos, vamos nos tornando cada vez mais corajosos. Sempre há quem poderá nos ajudar, seja qual for o bloqueio a ser transpassado. Busque refletir e agir, será assim uma pessoa mais realizada, com mais energia, mais motivada, mais positiva, que vive em si sua plenitude!

 

 

O poder das experiências

beakers-309864_640Ao longo de nossa vida experienciamos muitas coisas, e essas experiências nos moldam, nos fazem ser quem somos hoje, no presente, podem abrir caminhos inesperados.

As experiências pelas quais passamos são de fundamental importância para que possamos aprender algo novo, adquirir um novo conhecimento. Por algumas experiências escolhemos passar. Por outras simplesmente não decidimos ou escolhemos passar, mas mesmo assim acabamos vivenciando, seja um acidente, de qualquer natureza, ou um imprevisto.

A vida de cada um é moldada pelas experiências, pelas quais se passa e vivencia, através destas a pessoa desenvolve um senso crítico, pode se autoconhecer melhor, sabendo aproveitar as vivências, desenvolve mais coragem para lidar com desafios e situações delicadas, pode aumentar sua auto-estima, através das derrotas e conquistas realizadas, etc. Por outro lado, as experiências podem gerar traumas, complexos, sentimento de derrota, auto-estima lá embaixo, sentimento pessimista, etc. Se tornar uma pessoa mais otimista ou mais pessimista frente a vida, considerando as experiências, é uma questão complexa, e isso está relacionado a capacidade que a pessoa tem de conseguir absorver algo positivo de uma situação aparentemente negativa, afinal todos passam por experiências positivas e por negativas.

O fato é que muitas vezes nos fechamos para algumas experiências, simplesmente dizendo que não iríamos gostar, ou que não gostamos. Mas a questão é, como saber se iríamos ou não gostar sem ter experienciado? Tudo bem, talvez algumas coisas, mesmo sem experienciar, sabemos que a chance de gostar é mínima, mesmo assim, se optarmos por experienciar, algumas vezes podemos nos surpreender. E isso aconteceu a pouco tempo comigo mesmo, acabei me desafiando por experienciar algo que nunca imaginei que iria gostar de fazer, e foi surpreendente, acabei descobrindo um novo gosto, uma nova aptidão.

Sendo pessoas mais flexíveis e abertas a novas experiências, podemos descobrir uma nova paixão profissional, gosto por aprender a tocar um instrumento musical, aprender novos esportes, descobrir hobbies e doms, aprender a gostar de um novo jogo, artes, artesanato, etc. E se, por acaso, não gostar de algumas das experiências que resolver passar, mude, troque, escolha outra, faz parte também, mas se dê um tempo para absorver as novas ideias, informações e vivências, antes de decidir se é ou não para você, tudo que é novo gera dúvidas e talvez desconfortos de início, isso é normal.

Aliás, quantas das grandes invenções da humanidade não foram experiências que falharam muitas e muitas vezes antes de se obter o resultado desejado?

Então, saia da zona de conforto, achando que já sabe ou conhece tudo, que não há mais nada para aprender, fazer ou conhecer. Com certeza ter uma postura mais flexível, mais aberta nesse sentido, lhe ajudará e muito em suas conquistas, a manter a mente sã e mais equilibrada. As possibilidades são infinitas, então se abra para o novo, aposte em uma nova experiência, você poderá se surpreender positivamente.

Abraços!

 

Feliz Natal e Próspero Ano Novo!

music-577061_640Enfim, mais um ano que está quase no fim, e um novo ano que começará em breve. E o que você fez? E o que gostaria de ter feito? Como se relacionou com as pessoas? Passou por bons momentos? Passou por dificuldades? Realizou projetos e planos, ou parte deles? Procurou manter-se equilibrado em seu dia-a-dia? Evoluiu de alguma forma? Aprendeu coisas novas? Amadureceu ideias? Conquistou algo? Venceu medos? Superou obstáculos? Ajudou alguém com necessidades?

Essas são apenas algumas perguntas, dentre muitas outras, que podemos fazer a nós mesmos, para refletir um pouco sobre como foi nosso ano, e o que podemos fazer para melhorar, ou mesmo manter em nossas vidas no novo ano que começa.

Nessa época de fim de ano as pessoas, geralmente, ficam mais abertas a reconciliações, a perdoar alguém, restabelecer contatos com pessoas e parentes que não encontravam a tempos. E isso é muito válido, se for de coração, são atitudes muito nobres, atitudes que deveríamos ter em nosso dia-a-dia, por que sempre ferimos algumas pessoas, mesmo que façamos o máximo para evitar, e outros também nos ferem, mas muitas vezes não há essa intenção, e é isso que é importante analisar, antes de cortar vínculos, de ser radical demais. Nos relacionamentos humanos ferir ao outro, ou magoar alguém é inevitável ainda, pois as pessoas tem crenças, ideologias, maneiras diferentes de ser, de pensar e de agir.

As pessoas também criam expectativas e ideais para o novo ano, colocam metas, sonham com mudanças e conquistas, isso é ótimo! Mas devemos ter um pouco de cuidado para não se iludir, cronologicamente o tempo não muda porque um novo ano se inicia, psicologicamente sim, mas não seremos outros seres do dia para a noite. Tendo essas ideias em mente, é sim muito importante definirmos algumas metas e planos para o novo ano, isso nos inspira, nos motiva, ficamos esperançosos, e isso nos move adiante.

Lembro-me, por volta da década de 90, do encanto que as luzes e enfeites de Natal surtiam em minha vida, era tudo muito mágico, muito especial, sair nas ruas e vislumbrar todo aquele encanto era muito especial, mesmo que meus pais não se importassem muito com isso, eu mesmo enfeitava a casa com luzes, para entrar naquele clima. É importante que nos sintamos envolvidos pelo espírito natalino e de fim de ano, isso nos dá energia para seguir, realizar, mudar.

E tendo sido esse um bom ou um mal ano para você, sempre há algo bom e útil a tirar de nossas experiências, é tudo uma questão de ponto de vista, de referência. No balanço, se esse não foi um bom ano, é importante mantermos a esperança de que teremos um novo ano melhor, e façamos para que assim seja. Se foi um ano bom, um ano bem proveitoso, de muitas conquistas, ótimo, assim devemos agradecer e seguir em frente.

Dentro desse clima e reflexões, desejo a todos um grande Feliz Natal e um ano novo muito próspero, com muita saúde, paz, amor, equilíbrio, realizações, e ótimas experiências! Nos vemos em 2015!

Grande abraço!

Tudo está conectado!

Após algum tempo sem escrever, devido ao corre corre do dia a dia, aqui volto eu, ainda não sei se definitivamente.

Hoje gostaria de compartilhar um vídeo bem interessante com vocês, vídeo feito pelo Instituto Heart Math (IHM), junto ao Global Coherence Initiative (GCI), cuja missão, simplificadamente, é promover a coerência global, harmonia e paz. O vídeo é bem curto e traz algumas curiosidades. Vejam!

http://www2.heartmath.org/gci/landing/video/its-all-connected.html

 

Alinhamento de propósitos

O post do blog da Harvard Business Review Brasil, escrito pela CEO Karin Parodi, traz algumas reflexões muito interessantes. O reconhecimento de nossos valores pessoais, crenças, da busca de propósitos, do autoconhecimento, para encontrar caminhos que nos levem a atingir o sucesso que almejamos. Se você está nessa busca, recomendo a leitura, e posterior reflexão.

http://www.hbrbr.com.br/post-de-blog/alinhamento-de-propositos

 

Julgamentos

scales-303388_640Você costuma fazer julgamentos das pessoas? E, as vezes, sem nem mesmo conhecê-las? E após julgar, o que faz com essas ideias que concebeu em mente, toma as como verdades, conclui algo e/ou age em função disso? Vamos analisar as questões.

Primeiramente, gostaria de deixar claro que uso neste texto a palavra “julgar” no sentido de imaginar, pensar algo sobre alguém, pressupor, e não no sentido de uma ação efetiva. Digo isto pois, em diferentes dicionários, encontram-se diferentes significados para essa palavra. O julgar, não necessariamente é algo ruim.

As pessoas costumam fazer julgamentos das outras, isso é normal, natural, inerente ao ser humano. Quem nunca, antes de conhecer alguém, pensou, por uma breve avaliação momentânea, algo do tipo: “Esse é rico ein!?”, “Esse tem jeito de pobre.”, “Essa pessoa parece bem chata!”, “Não fui com a cara dessa fulana!”, “Esse cara parece ser gente boa!”. Esses são apenas alguns exemplos, para mostrar a nossa natureza, até ai tudo bem.

A verdade é que concebemos algumas ideias e julgamos as pessoas de alguma forma. A questão é o que fazer com essas ideias? Será que podemos definitivamente dizer que esses julgamentos estão corretos e agir ou tomar atitudes em função disso? Como bem sabemos, muitas vezes chegamos a conclusão que estávamos errados com relação a nossos julgamentos, quando conhecemos melhor as pessoas, e mesmo quando acabamos por descobrir que sejam verdade, até que ponto devemos interferir, agir em função disso? – Claro, chamo a atenção aqui no agir no sentido negativo, se descobrimos algo sobre alguém e decidimos por ajudar a pessoa, quando for o caso, a questão é outra.

É normal que pensemos algo a respeito das pessoas que acabamos de conhecer, e mesmo das que nem chegamos a conhecer, concebemos ideias, mas o importante é saber que são só ideias, ideias de nossa mente, e podem ser deixadas em stand by em nossa mente, se assim preferirmos. Uma determinada pessoa pode ser avaliada, julgada por mim, de uma determinada forma, e pode ser julgada por outro sobre perspectivas totalmente diferentes, e qual é a realidade? Talvez algo diferente sobre o que ambos pensaram, por isso podemos muitas vezes estar equivocados nessas avaliações.

As ideias e julgamentos que fazemos dos outros, nem sempre devem ser tomadas como verdade e utilizadas para que tomemos ações e atitudes em função disso, não conhecemos a vida da pessoa, não sabemos dos problemas e dificuldades da vida dela, nem mesmo das alegrias e objetivos, então podemos ficar com nossas ideias em mente e estar aberto a conhecer as pessoas, saber como realmente são, conversar com elas para entendê-las melhor, ou mesmo, para as pessoas que nem chegamos a conhecer, podemos manter uma certa ideia pré-concebida, mas nunca discriminar, recriminar, abolir, maltratar as pessoas simplesmente porque pensamos que são de determinada maneira, e mesmo que sejam, as pessoas tem liberdade para fazerem o que bem entenderem, desde que não estejam fazendo mal algum para ninguém.

Então cada um deve viver bem a sua própria vida, que, afinal já não é simples e fácil de cuidar, imagine se decidirmos cuidar da vida dos outros, interferindo de maneira negativa, dispendendo energia desnecessária, energia que poderia estar sendo direcionada para ajudar quem precisa, para fazer um novo planejamento, para atingir novas metas, etc. Vivendo de maneira harmoniosa em comunidade, em sociedade, no trabalho, em família, teremos pessoas mais justas, honestas, prontas a ajudar, uma sociedade muito mais evoluída! Reflita sobre isso.